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Organização Curricular

Organização Pedagógica

A política de integração da educação profissional com a educação básica na modalidade EJA, opera prioritariamente com a perspectiva de um Projeto político-pedagógico integrado, de forma que integre o Ensino Médio e a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. A organização curricular do PROEJA  no Colégio Agrícola de Frederico Westphalen – CAFW – se dá através dos planos de estudos desenvolvidos no CAFW com objetivo de formação inicial e continuada na área de Agroecologia, acrescido dos Planos de Estudos das escolas de Ensino Médio na modalidade EJA  que o estudante cursa ou cursou em qualquer outra instituição de ensino.

A organização pedagógica e curricular das instituições de Educação de Jovens e Adultos – EJA - considera os saberes adquiridos na informalidade das vivências dos estudantes, incluindo o seu mundo do trabalho e todo o meio que os rodeia. Os conteúdos específicos de cada disciplina estão voltados para a realidade, considerando sua dimensão sócio-histórico-econômica, vinculada ao mundo do trabalho, à ciência, às novas tecnologias e à preservação ambiental.

No ensino de EJA  o currículo tem uma forma de organização abrangente, viabilizando um processo integrado dos diferentes saberes e disciplinas da proposta agroecológica. Os Jovens e Adultos possuem características e ritmos de desenvolvimento e aprendizagem próprios. Como trabalhadores vivenciam experiências diferenciadas que facilitam a busca por uma metodologia coletiva de planejamento, envolvendo todos na construção do conhecimento, com competências, habilidades e atitudes que venham a servir de base para a modificação do meio. Por isso, o currículo da Educação de Jovens e Adultos busca um Projeto político pedagógico baseado em princípios, fundamentos parâmetros e critérios que respeitem a diversidade desses sujeitos e propiciem uma ação pedagógica dialética, efetivando a construção do conhecimento e uma relação de aprendizagem e desenvolvimento através de atitudes interdisciplinares, viabilizada pela curiosidade e constituída por atividades dinâmicas, criativas, críticas, espontâneas, comprometidas, autônomas, contextualizadas, investigadoras, prazerosas e desafiadoras.

Dessa forma, entende-se que o currículo nunca está pronto e acabado definitivamente e aceitar isso significa aceitar que o currículo da EJA, bem como do PROEJA, trabalha temáticas relacionadas às vivências e à realidade dos alunos, bem como aos objetivos do curso. Portanto, os Planos de Estudos do PROEJA são adequados ao grupo de estudantes de cada turma e às necessidades da comunidade regional de abrangência do Colégio Agrícola de Frederico Westphalen – CAFW -  valorizando a realidade do aluno num processo coletivo reflexivo que vá ao encontro das necessidades e anseios dos educandos e da região, valorizando o saber popular do educando, mas levando-o ao conhecimento científico- tecnológico.

Em síntese, os fundamentos político-pedagógicos que norteiam a organização curricular para o cumprimento da política do PROEJA são:

 

a) A integração curricular visando à qualificação social e profissional articulada à elevação da escolaridade, construída a partir de um processo democrático e participativo de discussão coletiva;

b) A escola formadora de sujeitos articulada a um projeto coletivo de emancipação humana;

c) A valorização dos diferentes saberes no processo educativo;

d) A compreensão e a consideração dos tempos e espaços de formação dos sujeitos da aprendizagem;

e) A escola vinculada à realidade dos sujeitos;

f) A autonomia e colaboração entre os sujeitos e o sistema nacional de ensino;

g) O trabalho como princípio educativo.

 

Organização Curricular

O currículo enquanto um processo de seleção e de produção de saberes, de visões de mundo, de habilidades, de valores, de símbolos e significados, enfim, de culturas, deve considerar:

a)  A concepção de homem como ser histórico-social que age sobre a natureza para satisfazer suas necessidades e, nessa ação produz conhecimentos como síntese da transformação da natureza e de si próprio;

b) A perspectiva integrada ou de totalidade a fim de superar a segmentação e desarticulação dos conteúdos;

c) A incorporação de saberes sociais e dos fenômenos educativos extra-escolares;

d) A experiência do aluno na construção do conhecimento; trabalhar os conteúdos estabelecendo conexões com a realidade de educando, tornando-o mais participativo;

e) O resgate da formação, participação, autonomia, criatividade e práticas pedagógicas emergentes dos docentes;

f) A implicação subjetiva dos sujeitos da aprendizagem;

g) A interdisciplinaridade, a transdisciplinaridade e a interculturalidade;

h) A construção dinâmica e com participação;

i) A prática de pesquisa.

 

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