Desenvolvimento de Mudas de Angico Vermelho (Parapiptadenia Rígida), em Diferentes Espectros de Luz

Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW/UFSM)

RENATO TREVISAN 1 ; RENATO STEFENI 2 ; NEIMAR AMBROSIO 3 ; CARLOS NEY BARBOSA 4 ; ANDERSON LUIZ BOSING 5
1Prof. Orientador CAFW-UFSM, e-mail: renatrevisan@gmail.com 2Aluno do curso Integrado CAFW-UFSM, e-mail: renatostefeni@hotmail.com 3Aluno do Curso Integrado CAFW-UFSM, e-mail: neimarambrosio@hotmail.com 4Aluno do Curso Integrado CAFW-UFSM, e-mail: barbosacn@hotmail.com 5Aluno do Curso Integrado CAFW-UFSM, e-mail: bosinganderson@hotmail.com

O estudo da luminosidade e sua relação com o a fotossíntese é fundamental para avaliação do potencial das espécies arbóreas em programas de reflorestamento, como o angico, pois a disponibilidade de luz constitui um dos fatores críticos para o seu desenvolvimento. O crescimento e adaptação das plantas a diferentes ambientes relacionam-se à sua eficiência reprodutiva, que está associada, entre outros fatores, os teores de clorifila foliar. As clorofilas são essenciais para conversão da radiação luminosa em energia química. Assim, as clorofilas estão relacionadas com a eficiência fotossintética das plantas, e consequentemente com seu crescimento e adaptabilidade aos diferentes ambientes. O angico-vermelho é uma espécie heliófita, que precisa de luz intensa para viver, porém pode ser também, ciófitas, que são plantas de lugares sombrios. Nesse intuito, ao trabalho esta sendo desenvolvido no setor de Silvicultura do CAFW-UFSM com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes ondas espectrais no crescimento e desenvolvimento aéreo de mudas de angico-vermelho. As mudas com aproximadamente 6 cm de altura, foram transplantadas em vasos (três em cada vaso) contendo substrato comercial e postas a desenvolver sob diferentes espectros luz: vermelha, amarela, azul, preta, verde e clara (fluorescente). O fotoperiodo, que é o comprimento de um dia, foi alterado em função de cada comprimento de luz com a utilização de um timer no qual proporcionou as mudas ficarem expostas nos diferentes comprimento de luz, por 18 horas e 6 horas no escuro. Até o momento, pode-se observar pelo trabalho, que as mudas que estão se devolvendo na luz vermelha e na florescente, foram as que obtiveram um melhor desenvolvimento em tamanho e brotações. E as mudas que imitem um espectro de luz mais escuro, foram as que menos se desenvolveram, tanto em altura como em brotações.

Referências bibliograficas:

HENRIQUE,P C.H; ALVES, J.D.; DEUNER, S.; GOULART, P.F.P.; LIVRAMENTO, D.E. Aspectos fisiológicos do desenvolvimento de mudas de café cultivadas sob telas de diferentes colorações. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.46, n.5, p.458-465, maio 2011.

Palavras chaves: Reflorestamento; desenvolvimento de mudas; comprimento deonda